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(03) Se você soubesse o quanto é prejudicado, o que faria?


É uma mentira acreditar que o coletivo é mais importante e relevante do que você, indivíduo-individual. Você respeita o outro porque consciente ou inconscientemente reconhece isto como parte da construção da vida.


Não quer dizer que o coletivo não é importante e nem que ele não deve ser prestigiado, zelado e existente. Quer dizer que para você ser atendido de forma coletiva, em grupo, deve ser tratado como uma consequência da união de todos os indivíduos-individuais que, cientes dos direitos que possuem e da necessidade de defenderem seus próprios interesses, reconhecem em outros indivíduos a capacidade de se unirem.


Outra vez, nada disso é filosofia de autoajuda, é uma questão básica de lógica, de parar para observar agora como você se comporta quando quer ser respeitado verdadeiramente. Como você se comporta quando quer ser ouvido e como você se comporta quando quer que alguém faça o que você planejou para si. E entender que quando você prioriza o que é importante, relevante e vital, você dedica energia porque vale a pena.


“Uma andorinha só, não faz verão”. Oras, o verão continuará existindo mesmo se apenas uma andorinha voar sua trajetória. A questão nunca será sobre somente voar sozinho nem, muito menos, voar somente se houver algo que justifique agir em coletividade. A questão é voar; e mais, se as asas são suas ou não, a decisão de voar será sempre sua.


Um professor de inglês que faz do seu esforço de vida – o legado de ensinar – também sua fonte de renda, precisa de alunos para ganhar dinheiro. Estaria o professor que ensina sem fazer da educação o seu legado (o contrário do anterior), destinado a não ter alunos? Ambos professores querem ensinar para ganhar dinheiro. Ambos precisam de outros indivíduos que, individualmente, precisam deles para falar inglês. Em suas necessidades individuais, professores e alunos, se encontram como coletivo.


Teríamos a lei Maria da Penha se Maria da Penha observasse a quantidade de casos de agressão sem solução no Brasil como um obstáculo para lutar por si própria? É correto dizer que outras tantas mulheres agredidas e sobreviventes e outras milhares agredidas e assassinadas estão agora representadas em coletividade por uma única delas? Claro que sim!


Dois exemplos “simplistas” para dizer que a decisão de se defender ou de compreender que estabelecer prioridades para si como indivíduo-individual gera a coletividade necessária para que vários “eus” individuais possam se encontrar e mudar as coisas. Sem rótulos, sem bandeiras, sem partidos, sem ideologias. Das grandes coisas do movimento do cotidiano até as pequenas do seu dia-a-dia. O que acontecerá se você sempre pedir seu troco de 2 centavos de volta? O que acontecerá se você exigir que as empresas cumpram o que elas prometem? O que acontecerá se você parar para pensar a respeito das decisões individuais que toma e se comprometer?


Decidir é ainda menos cansativo do que agir e, sabemos, agir pode ser desgastante quando nos sentimos gritando sozinhos por socorro ou nos descobrimos anestesiados e calados observando coisas que nos impactam com a sensação de que nada vale o esforço. O que poderíamos mudar, fazer e crescer se descobríssemos mais pessoas com interesses individuais como os nossos? E se você souber que existem, no seu bairro, cidade e/ou Estado ou espalhados pelo Brasil, milhares de indivíduos-individuais que pensam exatamente como você mas estão calados porque não te conhecem?


Nós sabemos onde estão todos que se sentirão mais capacitados a defenderem seus direitos, sonhos e interesses ao saberem que você existe. E sabemos onde estão os indivíduos-individuais que farão você se sentir entendido.


Esta é a proposta da m.EU, ouvir indivíduo por indivíduo, apoiar suas decisões de voar, canalizar esforços para as soluções, direcionar as soluções para as necessidades, colocar indivíduos em contato com outros e não gerar pressão de existência coletiva, mas sim, beneficiar a coletividade um a um.


No final das contas estamos propondo a você um caminho diferente do pensar e do agir. Apresentando a você um novo jeito de criar voz, de sair do silêncio sem precisar abrir mão do anonimato (exceto se você quiser). Estamos convidando você a fazer parte da m.EU, o maior projeto de mobilização e engajamento de pessoas no Brasil capaz de respeitar os interesses e singularidades de cada um, começando por você.


Te convidamos a conhecer o Clube m.EU, compreender nossa primeira iniciativa de valorização do indivíduo, o m.EU Cartão, onde propomos que seu consumo seja revertido em mais prosperidade para você. Mais dinheiro significa mais capacidade de conduzir escolhas individuais.


Entre no site www.clubemeucartao.com.br e faça parte da nossa rede de indivíduos espalhadas pelo Brasil.


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Quer compreender melhor sobre a m.EU? Entre em contato conosco pelo contato@clubemeu.com.br e siga lendo nosso blog.


(Foto extraída de https://goo.gl/images/PshQRx)

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